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Thales apresenta Imperva para o Google Cloud, levando seus recursos de segurança de aplicações de nível empresarial diretamente ao Google Cloud

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Thales apresenta Imperva para o Google Cloud, levando seus recursos de segurança de aplicações de nível empresarial diretamente ao Google Cloud
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Thales apresenta Imperva para o Google Cloud, levando seus recursos de segurança de aplicações de nível empresarial diretamente ao Google Cloud

2026-04-23 07:45 Last Updated At:08:00

MEUDON, França--(BUSINESS WIRE)--abr 22, 2026--

A Thales anunciou hoje a Disponibilidade Controlada da Imperva para o Google Cloud, trazendo a plataforma de segurança de aplicações mais confiável do setor diretamente para o Google Cloud. Desenvolvida para operar dentro do Google Cloud, a nova oferta permite que as organizações possam projetar aplicações web e APIs, aproveitando o tráfego de extensões de serviço do Google Cloud, preservando assim os pipelines, as integrações e os fluxos de trabalho de monitoramento existentes.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260422415810/pt/

À medida que as empresas aceleram a adoção da nuvem, as equipes de desenvolvimento padronizam cada vez mais os serviços nativos da nuvem para melhorar a velocidade e reduzir a complexidade operacional. Muitas soluções de segurança, no entanto, exigem roteamento externo, o que ocasiona em latência e atrito. Ao mesmo tempo, as ferramentas nativas de segurança da nuvem geralmente não possuem a profundidade necessária para proteger as aplicações de missão crítica em escala, o que pode criar esse atrito entre as equipes de desenvolvimento e segurança.

A Imperva para o Google Cloud foi desenvolvida para resolver essa tensão
“As organizações não deveriam ter que escolher entre desempenho, simplicidade e proteção”, disse Tim Chang, vice-presidente global e gerente-geral da Imperva Application Security na Thales. “Com a solução Imperva para Google Cloud, a segurança faz parte da infraestrutura da nuvem, oferecendo proteção de nível empresarial sem interromper a forma como as aplicações são criadas e entregues.”

Segurança integrada à nuvem
Em vez de forçar as empresas a adicionarem proteção posteriormente, a solução Imperva para Google Cloud incorpora segurança avançada de aplicações diretamente na infraestrutura que os desenvolvedores já utilizam. Ao se alinhar com a arquitetura nativa do Google Cloud, a Thales possibilita uma segurança que escala com o desenvolvimento de aplicações modernas, apoiando uma inovação mais rápida e mantendo o nível de proteção necessário para serviços digitais de alto valor.

Segurança criada para aplicações modernas
A Imperva para Google Cloud se integra diretamente ao Google Cloud Load Balancing, por meio do Private Service Connect, permitindo que o tráfego permaneça dentro da rede do Google Cloud enquanto é inspecionado e protegido.

Os principais recursos incluem:

Uma parceria de excelência
A Thales tem um relacionamento de longa data com o Google Cloud, e tem o orgulho de anunciar que ganhou o prêmio Parceiro do Ano do Google Cloud 2026 na categoria “Modernização de Infraestrutura: Nuvem Soberana” — um reconhecimento que reflete a inovação da equipe, o compromisso com o sucesso do cliente e o impacto em todo o ecossistema do Google Cloud. À medida que a soberania digital se torna uma prioridade máxima, especialmente em setores regulamentados, a Thales está colaborando com o Google Cloud para promover a proteção de dados corporativos em ambientes híbridos e multicloud, ajudando as organizações a se modernizarem na nuvem sem perder o controle de seus dados, operações ou conformidade – e permitindo que os clientes escalem com segurança e confiança.

Thales no Google Cloud Next 2026
A Thales tem o prazer de participar do Google Cloud Next 2026, que acontecerá no Mandalay Bay, em Las Vegas, de 22 a 24 de abril de 2026. Visite-nos no estande nº 4403, onde apresentaremos demonstrações práticas de:

Sobre a Thales
A Thales (Euronext Paris: HO) é líder global em tecnologias avançadas para os setores de Defesa, Aeroespacial & Cibernético e Digital. Seu portfólio de produtos e serviços inovadores ajuda a enfrentar diversos desafios importantes: soberania, segurança, sustentabilidade e inclusão.

O Grupo investe € 4,5 bilhões por ano em Pesquisa e Desenvolvimento em áreas-chave, especialmente para ambientes críticos, como Inteligência Artificial, Cibersegurança, Computação Quântica e Tecnologias em Nuvem.

A Thales possui mais de 85.000 funcionários em 65 países. Em 2025, o Grupo gerou vendas de € 22,1 bilhões.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Ver a versão original em businesswire.com:https://www.businesswire.com/news/home/20260422415810/pt/

CONTACT: IMPRENSA

Thales, Relações com a Mídia

Segurança e Cibersegurança

Marion Bonnet

+33 (0)6 60 38 48 92

marion.bonnet@thalesgroup.com

KEYWORD: NEVADA EUROPE UNITED STATES NORTH AMERICA FRANCE

INDUSTRY KEYWORD: SECURITY DATA MANAGEMENT APPS/APPLICATIONS TECHNOLOGY SOFTWARE

SOURCE: Thales

Copyright Business Wire 2026.

PUB: 04/22/2026 07:44 PM/DISC: 04/22/2026 07:45 PM

http://www.businesswire.com/news/home/20260422415810/pt

©Thales

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Three congressional candidates wagered on the outcome of their own elections on Kalshi, according to the prediction market, which said Wednesday that it fined and suspended the men from their platform for five years.

It is the latest high-profile case of alleged insider trading on prediction markets including Kalshi and Polymarket, which have brought bipartisan scrutiny from Congress and calls for stricter regulations of the websites where people can put money on just about anything.

Kalshi's disciplinary documents named Mark Moran, who is running as an independent in Virginia's U.S. Senate race; Ezekiel Enriquez, who ran in a Texas Republican primary for a U.S. House seat; and Matt Klein, a Democratic state senator running for a U.S. House seat in Minnesota.

Klein and Enriquez both placed bets less than $100 related to their “own candidacy,” Kalshi said. Moran said on social media that he “traded $100 on myself.”

These relatively small bets follow mammoth wagers on prediction markets earlier this year that raised eyebrows. In one case, an anonymous Polymarket user made a $400,000 profit in January on a wager that former Venezuelan President Nicolás Maduro would soon be out of office.

In March, after two U.S. senators announced legislation that threatened prediction markets, Kalshi and Polymarket highlighted new rules, including against political candidates trading on their own campaigns.

Moran refused to reach an agreement with Kalshi and was fined the most at more than $6,200, while Klein and Enriquez did reach agreements and face penalties of over $530 and $780, respectively, the company said. All were suspended from Kalshi for five years.

Some politicians have said the punishments didn't go far enough. U.S. Rep. Mike Levin slammed the repercussions as a “timeout."

"That’s not a punishment. That’s a parking ticket," Levin wrote.

The agreements are with the company, and not with the Commodity Futures Trading Commission, which regulates predication markets. The agency is chaired by Michael Selig, who is considered friendly to the burgeoning industry.

Far from denying the allegations, Moran took to social media on Wednesday to say he placed the bets because he wanted to draw attention to the issue.

“We live in a Country destroyed by vice, which Kalshi directly contribute to,” Moran wrote on X, saying the goal of the trade was to "highlight how this company is destroying young men.”

Klein also confirmed Kalshi's findings in a post on social media on Wednesday. The $50 wager he placed in October was the first time he had used a predictions market, he said in a statement on X, and he was “curious about how it worked.”

“This was a mistake and I apologize,” he wrote, saying that the experience made it clear that the markets need more regulation.

Klein is a cosponsor of a bill working its way through the Minnesota Legislature to ban most wagering on predictive markets, including the outcome of elections. In an interview, he said he didn’t think there was an inconsistency between his betting $50 on himself to win his primary and his sponsorship of legislation.

Klein said he spent the winter learning about predictive markets and signed onto the bill well before he learned that his bet violated Kalshi’s rules.

Associated Press reporter Steve Karnowski contributed from St. Paul, Minnesota.

FILE - The prediction market app Kalshi is displayed on a mobile phone, April 16, 2026, in Chicago. (AP Photo/Erin Hooley, File)

FILE - The prediction market app Kalshi is displayed on a mobile phone, April 16, 2026, in Chicago. (AP Photo/Erin Hooley, File)

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